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Max:  “ Estou indo te buscar”
Eu:” Agora? Para onde vamos? O que preciso levar?”

Max:” Sim, agora. O lugar é um paraíso natural e não precisa levar nada.”
Eu: Como assim nada?

Max:”  Vc vai precisar da roupa do corpo e documentos para embarcar no voo.”
Eu:” Rs… Vc esta de brincadeira” 

Max: “Nunca falei tão sério na vida… já estou na porta da sua casa.”
Estas foram as últimas mensagens antes de embarcar nesta viagem extremamente erótica.

O lugar, um resort numa ilha deserta, um chalé no meio do nada com uma praia paradisíaca de águas azuis e areia branca e fina. Tudo muito intimista e privativo. Não se via ninguém, apenas alguns funcionários circulando discretamente em carros de golfe.

Ao chegar na suíte, observei as paredes rústicas, objetos de decoração artesanais em contraste com instalações modernas, sistemas computadorizados, Tela de parede inteira de TV HD digital, lareira elétrica e mini adega  abastecida com vinhos de várias nacionalidades.

Tinha um controle remoto  que controlava todos os equipamentos , o abrir e fechar de  cortinas, a TV, o DVD player, a iluminação de todo o chalé, a banheira de hidromassagem, o  teto solar, as luzes de piscina, a lareira e a cascata da piscina aquecida.

Na mesa de centro, flores silvestres delicadamente arranjadas , frutas frescas e uma garrafa de Champagne em um balde de gelo de prata.  Taças de cristal e um bilhete de boas vindas.

Um luxo que nunca antes havia experimentado em riqueza de detalhes. Por que será que as mulheres tem tesao no luxo? E uma verdade.

Quando penso em estar com alguém numa barraca de acampamento, imagino estar apaixonada, mas num luxuoso resort , da tesao so de pensar. O luxo incita a luxúria.

E lá estava eu, com Max, que neste momento me parecia mais bonito e poderoso, além de muito ousado. Primeiro pensamento foi que ele planejou tudo isso para mim, que sou mesmo muito especial, que ele deve ter muito tesao em mim.

Mas rapidamente percebi que ele era vaidoso demais, bem sucedido demais e que muitas mulheres caíam a seus pés e por que eu? Por que fui escolhida? Eu fui escolhida porque não me apaixono facilmente, ele já percebeu que sou cascuda,  sou daquelas que aprenderam a sobreviver ao amor.

Este era o desafio! Eu estava lá para ele provar para si mesmo que consegue fácil conquistar meu coração. E depois de conquistar,  vai me jogar no vazio, onde joga todas as mulheres que se apaixonam por ele. Não vou dar este gostinho , não. Isto e um jogo e não jogo para perder. Sou uma vencedora.

Max:”Agora tire a roupa. Preciso que entenda que a partir de agora você é minha escrava sexual e fará tudo que eu mandar somente para meu único e exclusivo prazer.”

Hello? Será que entrei numa furada? Este lugar lindo com um homem me dizendo o que fazer?

Deixa de ser careta, pensei. Entregue o controle, se deixe levar. Você é ou não e uma mulher que aprecia aventuras e novidades? Saia da monotonia e previsibilidade. Aproveite, relaxe, entre no clima.

Max abriu uma das malas e dentro visualizei, dildos de vários tamanhos e formatos, vibradores, cordas vermelhas, acessórios diversos, sugadores, pregadores, chicotes, vendas de olhos, bolas de vários tamanhos, soltas e unidas, entre outras coisas que nunca tinha visto antes e não sabia para que serviam.

Então ele tirou da mala uma coleira de couro preta com cristais e uma guia. Eu já nua sentada no sofá em frente a mesa das flores, frutas e champagne quando ele sentou se ao meu lado segurando a coleira.

Deixou a coleira de lado, fechou o punho com meus cabelos nas mãos, me puxou para perto dele e me beijou intensamente. Sem que eu percebesse, ele pegou a coleira e prendeu no meu pescoço enquanto me beijava.

Lá estava eu, sendo submetida aos desejos de um homem, presa por uma coleira. Por incrível que possa parecer, fiquei excitada. Pela primeira vez, não precisava me preocupar em o que fazer para agradar. Naquele momento bastava eu existir. Eu era o objeto do desejo. Eu só teria que  obedecer e me entregar.

Bebemos o champanhe, a guia estava solta, brindamos e enroscamos os braços e comemos as frutas que ele colocava na boca e passava para a minha num jogo erótico entre beijos molhados e mordidas nas frutas.

E quando eu estava me sentindo bem a vontade, ele me puxou pela coleira e me mandou ajoelhar no chão e ficar de quatro. Mandou então eu fechar meus olhos e segurava firme a coleira.

Max: “Agora levante a bunda bem para cima e coloque o rosto a almofada, no chão. Quero ver o quanto vc fica excitada nesta posição.”

Eu obedeci e me senti  extremamente excitada. Fiquei ansiosa por estar a disposição e poder ser penetrada a qualquer momento sem aviso. Ao mesmo tempo  que meu lado exibicionista de gostar ser observada nua se revelou com a lubrificação que deslizava pelas minhas partes intimas.

Fiquei nessa posição por um tempo, na expectativa, muito molhada e com muito tesao imaginando ele se masturbando para mim. Era só o que eu pensava, que ele estava louco de tesão me observando e manipulando o pênis ereto, desejando entrar dentro de mim, me possuir, me abrir inteira. Quem era escravo de quem neste momento?

Ele chegou perto de mim por cima. Senti a respiração dele no meu ouvido e ele sussurrou:
“Muito molhada!!! Eu deixei você ficar excitada? Agora você vai ser punida por isso!”

Ele começou a passar as pontas de um chicote no meu corpo, e escorregou os dedos pela minha vagina molhada e  disse:
“Você será punida por ser tão vadia!”  

Fiquei esperando uma chicotada, quase encolhida. Não sabia se ia doer, então ele abriu minhas metades com as duas mãos expondo mais minha intimidade quase que oferecida como  uma manga madura aberta e me possuiu.

Eu não esperava por isso neste momento.  Puxei o ar, gemi, suspirei, e fui repetidamente penetrada com vigor naquela posição submissa com uma coleira no pescoço segurada com firmeza.

Neste momento ele pegou uma espécie de gancho, metal com uma bola na ponta e uma argola na outra e introduziu devagar no meu ânus. Puxou meus cabelos para trás e prendeu num rabo de cavalo e amarrou na outra ponta do gancho. Eu não podia mexer a cabeça porque se mexesse, puxava o gancho que estava encaixado no meu ânus.

Ele voltou a me penetrar a vagina me deixando toda preenchida, numa sensação de pré orgasmo. No limite.

Depois de muito socar o pênis dentro de mim, acrescentou um mini vibrador, deslizando pelo  meu clitóris, me levando a um forte orgasmo impossível de disfarçar.

Minhas pernas ainda tremiam quando ele tirou o pênis de dentro de mim e ejaculou no meu rosto, assim como fazem os atores pornôs. Uma cena machista que naquele contexto me pareceu bem coerente. Eu era a submissa provedora de prazer para o macho alpha.

E eu gostei.

Tirou minha coleira e o gancho e me chamou para relaxar na banheira de hidromassagem e  começamos a dar banho um no outro.

Eu passava o sabão em todo o corpo dele, deslizava minhas mãos pelos braços musculosos, peito e barriga sarados. Sentei de frente para ele enquanto passava shampoo nos cabelos dele.

Ele me ensaboava como quem pretendia decorar as formas do meu corpo. Ficamos juntinhos abraçados por um bom tempo. Fomos para a cama dormir exaustos.

Na manhã seguinte, fui acordada com uma bandeja de café da manhã na cama. Nem acreditei. O macho alpha me servindo café na cama, que delicia!

Tomei o café da manhã e fui escovar os dentes quando ele entrou no chuveiro. O espaço para banho era enorme, eram dois chuveiros com duchas que saiam nas laterais dos pés a cabeça e as paredes que davam para o jardim da colina e o mar ao fundo, eram de vidro do chão ao teto.

Ele me chamou para o banho e pediu para eu passar o barbeador em todos os pelos pubianos dele. Eu me ajoelhei e com o barbeador na mão comecei a raspar os pelos. Um trabalho delicado.

Fui raspando devagar, às vezes tendo que tocar no pênis e os testículos para acessar todos os cantinhos. E ele começou a ficar excitado. E eu continuei raspando como se não me importasse com a ereção.

Deixei ele bem liso, sem pelos e de pênis duro. Não resisti e comecei a chupar, lamber, engolir o membro todo, gulosa, feliz, ali ajoelhada.

Ele então me pegou no colo na altura dos quadris enquanto eu o abraçava e entrelaçava as pernas em volta dele encaixando os sexos perfeitamente.

Ele foi andando comigo nos braços encaixada no sexo dele até a varanda da suíte, ao lado da piscina. Enquanto me penetrava vigorosamente, um helicóptero sobrevoava o local.

Os pilotos deram vários rasantes sobre o nosso chalé. Fiquei imaginando os pilotos se masturbando para mim enquanto assistiam esta cena ao ar livre. Fiquei muito excitada com a exposição.

Quanto mais eu imaginava que estava sendo observada e homenageada, mais tesao eu sentia. Neste momento não se tratava dele, o que me dava tesão eram os outros.

Deste momento em diante, já não me importava mais em abrir a porta nua para o rapaz aprendiz do serviço de quarto. Aquilo me excitava. Passou a ser minha diversão favorita. Ele era muito discreto e fingia não me ver. Entrava com o carrinho de refeições, e saia com volume nas calças.

Abrimos um vinho e jantamos. Não queria comer muito porque ele me falou que tinha um equipamento para testar. O que seria? Não saber o que viria a seguir era eletrificante.

Primeiro ele colocou a coleira em mim e me puxou até a varanda. Ele me mandou ficar de quatro e sentou se na espreguiçadeira. Colocou um plug anal inflável em mim e enquanto bebia  goles de whisky com gelo, enquanto ouvíamos músicas lentas ao fundo. Segurou a coleira em rédea curta me mandando abocanhar seu membro.

Me puxou pela coleira para perto da sua boca, cheia de whisky e ao me beijar, transferiu toda a bebida na minha boca. Aquilo era muito íntimo, deliciosamente intimo e sensual.

Quando o pênis estava bem duro, me chamou para a sala de ginástica, na lateral do jardim e trouxe peças de restrição de movimentos e cordas vermelhas. Me colocou  deitada numa banqueta, ainda com plug anal inserido dentro de mim.

Colocou pulseiras e tornozeleiras de couro com argolas e amarrou com cordas nas partes altas dos aparelhos da academia. Braços presos  atrás da cabeça e pernas presas bem abertas no ar. Me senti o próprio frango assado, amarrado com destino selado. Fiquei um pouco desconfortável. Não podia reagir a nada do que ele fizesse. Estava indefesa, toda aberta, um convite de festa boca livre.

Para piorar minha situação, ele veio com uma venda para colocar nos meus olhos. Quase hesitei, mas preferi  aceitar, me entregar.

Agora eu estava privada da visão e todos os outros sentidos entraram em estado de alerta. Eu ouvia cada movimento dele imaginando o que ele estava fazendo. Sentia o cheiro do couro da  coleira, sentia a cheiro e o calor da pele dele perto de mim.

Ele começou me beijando ainda com gosto de whisky agora o beijo estava quente. Beijou meus seios, lambeu, chupou ,mordiscou, mamou nos meus seios e depois colocou prendedores nos mamilos me deixando indócil, tesão sem alívio.

Foi descendo as mãos para meu púbis, abriu meus lábios expondo meu clitóris já endurecido.

Começou a passar a língua bem devagar até começar a brotar lubrificação. Colocou uma espécie de tubo no meu clitóris que sugava até o ponto de sentir ele muito  esticado e soltava. Repetiu várias vezes.

Começou a encher o plug inflável dentro de mim. Aos poucos, com cuidado para eu me acostumar. A cada inflada, me sentia mais preenchida, me levando a um estado de prazer intenso e quando eu achava que não ia aguentar mais, ele me aliviava, esvaziando o plug.

Neste momento, ele pediu para eu imaginar a sala cheia de homens musculosos nus com pênis enormes se masturbando para mim.

Eu comecei a imaginar, pensando que talvez a sala estivesse mesmo cheia de homens, como poderia saber?

Senti uma mistura de medo e excitação que logo virou êxtase quando ele ligou um potente vibrador no meu clitóris enquanto estocava minha vagina com o membro muito rígido.

Estocava deslizando rapidamente. Tirava e socava de novo até o fundo e pressionava o potente massageador até que eu tive um orgasmo intenso que não terminava mais. Eu gemia, meu coração pulsando na boca, minhas pernas bambas.

Ele então parou por um instante e introduziu o pênis na minha boca. Eu suguei até ele jorrar um gozo quente que inundou minha boca com seu néctar.

Fomos para a piscina e ficamos abraçados por horas desfrutando da vista inigualável do mar azul até o pôr do sol. Nos beijamos, dormimos colados um ao outro.

Estava feliz. O sentimento era de gratidão por todos esses momentos juntos. Não era só sexo, mas eu não podia demonstrar meu amor. Eu disse amor? Ops.. melhor não pensar nisso agora.

Acordamos com o sol entrando no quarto, iluminando partes dos nossos corpos enroscados em um só. Tomamos café na cama, abrimos mais um champagne, conversamos, rimos e nos beijamos mais.

Coloquei meu vestido . Deixei a calcinha na bolsa, e fomos passear na praia deserta  para aproveitar os últimos momentos antes do motorista que nos levaria ao aeroporto chegar.

Enquanto caminhávamos, o vento levantava meu vestido, revelando minha nudez para ele como um convite explícito. Ele foi ficando excitado e encostou o membro nas minhas nádegas.

Me pegou de surpresa por trás, passou saliva no meu traseiro e sem aviso me penetrou dizendo:
“Isso e para você aprender a não provocar um homem desta maneira ,” sua vagabunda gostosa”

O vento batia no meu rosto e meus cabelos voavam no ar enquanto as mãos dele apertavam filmes as gordurinhas  dos meus quadris.

Ele sucumbiu ao desejo me possuindo ali mesmo na praia, como um animal sem controle e jorrou seu gozo no meu vestido. Troféu que levei comigo para lembrar desta aventura erótica.

Apaixonada, eu? Nem pensar

Nos beijamos na despedida e senti o olhar de Max perdido, como quem quer dizer te amo mas não vai dar o braço a torcer.

Nem eu.