Eu queria sair do clichê. Queria dar ao meu Dono um presente diferente de Dia dos Namorados, já que a nossa relação é sui generis.

Então, na noite anterior ao 12 de junho, lhe mandei uma mensagem, dizendo que precisaria ter com ele naquela noite, que era urgentíssimo. Inventei mil problemas e ele, a contra-gosto, mas preocupado, veio até a minha casa.

Tomei meu banho e coloquei a mais provocantes das roupas! Um vestido preto justíssimo e curto, sem calcinha obviamente, e uma meia arrastão, com um sapato altíssimo. Visual ideal para os meus planos!

Pedi ao porteiro que lhe avisasse que eu iria descer, ao invés de deixá-lo subir ao meu apartamento. De dentro do carro, meu Dono me deu um olhar avassalador. Ele estava se perguntando “que diabos” eu estava pretendendo vestida daquele jeito, se o meu pretexto era uma “conversa séria”.

Entrei no carro, dei-lhe um beijo safado e levei minha mão em seu membro, mostrando quais eram as minhas pretensões para a noite.

Mas meu Dono não estava com cara de muitos amigos. Afinal, é ele quem manda e sou eu quem obedeço. Ele não estava nenhum um pouco satisfeito com a ausência de controle sobre o que estava para acontecer.

E foi então que eu, rapidamente, mudei minha postura. Abaixei os olhos, fui em sua direção no carro, peguei em sua mão e lhe disse:

“Meu Amo e Mestre, me daria imensa felicidade se pudesse entregar-lhe um presente.

Preparei-lhe uma surpresa, em sinal de meu acatamento e devoção. Se me permitir a condução dos próximos instantes, sua benevolência será compensada com a entrega de sua menina aos teus desejos mais promíscuos! ”

Beijei-lhe as mãos, dei um suspiro, me recostei em meu banco e, ainda cabisbaixa, esperei que seus olhos perscrutadores percorressem o meu corpo inteiro, tentando adivinhar o que eu planejava.

E foi então que ele ergueu meu queixo e, me olhando nos olhos, assentiu com a cabeça, dando a partida no carro. Mal podia conter minha excitação com a confiança que ele me depositara e já comecei a ficar eufórica com a proximidade da concretização de meus planos.

Passamos pela portaria e ele me disse:

“Aonde vamos, minha cadelinha safada!?”

Senti pulsar o meu sexo com aquelas palavras e o pedi para pegar a Rodovia que nos leva à cidade vizinha.  Ele ligou o rádio e fingiu não se importar com o suspense que eu estava fazendo.  Para confundi-lo e fazê-lo pensar que iríamos a um motel que fica nessa mesma estrada, me abaixei em seu colo, abri o botão e o zíper de sua calça e coloquei pra fora o seu delicioso pau.

Comecei a chupá-lo, como ele adora que eu faço e, depois de alguns instantes, o sentia agarrar meus cabelos, ditando o ritmo da chupetinha que ele adora. Mas eu sabia que deveria parar, pois estávamos próximos ao nosso destino.

Ergui minha cabeça, dei-lhe um sorriso e retoquei meu batom no espelho. Ele não entendeu porque eu havia parado, mas sabia que eu jamais faria algo que não fosse do seu agrado. Quando nos aproximávamos de um posto de paragem de caminhões, pedi para que ele entrasse.  Ele estranhou meu pedido e perguntou:

“O que quer aqui? Não pode esperar até o nosso destino, menina?”

E foi então que, com um sorriso safado eu lhe disse:

“Aqui é o nosso destino. Estacione, por favor, entre aqueles caminhões enormes.”

Sem entender nada, ele estacionou onde lhe pedi. Desci do carro lentamente, para aumentar o suspense e me encostei no capô do carro, dobrando uma das pernas e mexendo em meus cabelos.

Meu Dono saiu do carro, deu a volta e veio ao meu encontro, esbravejando:

“O que pensa que está fazendo? Esse lugar está cheio de caminhoneiros. Vamos logo embora daqui, que eu já estou perdendo a minha paciência.”

Eu estremeci. Pensei por um instante que não conseguiria concretizar o meu plano. Mas não me deixei abater. Enquanto ele me olhava, atônito, esperando que eu entrasse no carro e acabasse logo com aquela loucura, eu disse baixinho:

“Meu Dono, o que acha de ir até aquela rodinha de caminhoneiros e oferecer a eles a sua puta?!”

Ele olhou para a roda de homens brutos e olhou pra mim. Olhou para eles, olhou pra mim de novo. Na terceira vez, deu um sorrisinho maroto, demonstrando que estava entendendo tudo. Eu estava concretizando um delicioso desejo que há muitos meses ele compartilhara comigo.

Então, relaxou. Ele já sabia o que estava acontecendo e, naquele momento, eu sabia que ele tomaria o controle de tudo. E não há nada mais delicioso do que estar sob o controle de meu Dono. Olhando de rabo de olho para a roda de caminhoneiros há alguns metros de nós, percebeu que estávamos sendo observados. Passou, então, a mão por trás dos meus cabelos, puxou-os pela nuca e disse ao pé do meu ouvido:

“Minha puta deliciosa. Teu Dono aprecia a tua dedicação. Hoje, será vendida, como deseja, e eu apreciarei o espetáculo de ver outro macho te comer. Para o meu deleite, você será a mais vadia das cadelas!”

Eu me contorci de desejo com essas palavras e ele, para fazer vontade aos homens que a esse instante nos olhavam sem pudores, passou sua mão sedenta sobre o meu corpo: desceu da nuca aos meus seios, passou pela minha cintura, contornou a minha bunda e terminou na minha boceta.

Ele enfiou dois dedos dentro de mim e verificou a minha umidade. Retirando os dedos, levou-os a boca, dizendo o quanto o meu gosto estava delicioso. E virou as costas. Um arrepio percorreu minha espinha, enquanto ele se encaminhava na direção daqueles homens, que àquele instante, já estavam sedentos a me olhar.

A noite estava calma no posto de paragens e eu pude ouvir a conversa deles.  Meu Dono chegou junto à roda e anunciou:

“Tenho comigo uma vadia, louca para ser possuída por um dos senhores. Qualquer um, ela não escolherá. Ou melhor, quem puder pagar por ela, a levará para a boléia de seu caminhão. Comerá a sua boceta e também o seu cuzinho delicioso, que eu mesmo provei e, portanto, recomendo. ”

Os homens se entreolharam desconfiados. Não estavam entendendo aquela oferta.  Um deles, loiro, de calças justas e botas de cowboy, coçou o saco, cuspiu do lado e disse:

“Oh, playboy! A gente está tentando descansar de um dia de trabalho. Não vem com graça pro nosso lado, que a gente não tem tempo pra isso. Vadia a gente conhece de longe e essa, meu irmão, não é uma puta qualquer. É puta de luxo. Deve pro bico dos bacanas.”

E, rindo, concluiu:

“Só se a gente fizer uma vaquinha!”

Ele e os demais caíram na risada, enquanto meu Dono permanecia concentrado. Quando se deram conta de que meu Dono estava falando sério, os homens começaram a me olhar com olhos de lascívia e, para estimulá-los a mexer nos bolsos e entrar no nosso fetiche, virei-me de costas, debrucei-me sobre o capô do carro e empinei bem a minha bunda.

Cinco segundos depois, ouvi o tal loiro, mais saidinho, perguntar:

“Quanto, bacana?”

Meu Dono então lhe fez um sinal, indicando que ambos deveriam deixar a roda e conversar em particular. Afastados da roda, conversaram em sussurros. O caminhoneiro colocou a mão no bolso, retirou sua carteira e passou alguma quantia ao meu Dono. Depois, abaixou-se e tirou mais algumas notas amassadas de sua bota.

Eu, que a essa hora já havia me virado para vê-los, fui em direção a eles quando meu Dono me fez um sinal com a mão. Lá chegando e vendo certa beleza por trás da rusticidade daquele caminhoneiro, não pude deixar de conferir o volume que se formava em suas calças justas.

E meu Dono disse:

“Aqui está Audrey, a puta pela qual pagou essa vultosa quantia. Só tenho uma condição, para segurança de minha menina.

Você poderá levá-la até sua boléia, mas eu ficarei sentado no banco da frente, assistindo a tudo. ”

O homem olhou desconfiado para o meu Dono que, encarando-o firmemente, desfez no caminhoneiro qualquer tentativa de protestar contra aquela imposição. Eu bem sei o poder daquele olhar, mas ver um homenzarrão daquele ceder a ele me fez morrer de tesão pelo meu Dono.

Então, o caminhoneiro se encaminhou para uma daquelas máquinas robustas e foi acompanhado pelo meu Dono que, então, me fez um sinal com a cabeça, para que eu me aproximasse, como um cafetão faz para sua puta. Naquele instante, senti meu andar bambear. Eu estava prestes a me entregar para um homem rústico, desconhecido, por dinheiro. Aquilo que antes era só um fetiche de meu Dono estava prestes a se tornar realidade, com uma pitadinha de minhas fantasias pessoais – a prostituição.

Respirei fundo e pensei no quanto meu Dono ficaria satisfeito com a minha dedicação e entrega e me encaminhei para o veículo. O caminhoneiro havia entrado e me esperava já na parte íntima da boléia, atrás do banco. Precisei de alguma ajuda de meu Dono para subir e naquele instante, me auxiliando, ele aproveitou para me tocar intimamente, sentindo o calor que subia de meu sexo. E ele sabe o efeito que tem seus dedos em minha boceta.

Depois de me ajudar, meu Dono subiu e se sentou no banco, enquanto eu me ajeitava na mini-cama daquele homem que me comprara.

Ele acendeu uma luzinha píngue e disse:

“Audrey, né?!

Nunca vou esquecer uma vadia cheirosa e linda como você. ”

Naquele instante pensei em desistir. Olhei para o meu Dono com olhinhos hesitantes e recebi dele a confirmação de que estava no caminho certo. Com o semblante firme e o sorriso safado, ele me disse:

“Vai, minha cadela! É uma ordem.”

Ele sabia que não precisaria dizer mais nada. Nunca questionei uma ordem dele e não seria agora que o faria. Senti meu corpinho submisso então aquiescer àquela ordem e já me voltei para o caminhoneiro com olhos de lascívia. E impaciente, o homem tirou a camisa e projetou sua pelve para frente, para que eu abrisse seu cinto e suas calças, do que não me furtei.

Afinal, o volume que se formava em sua cueca me excitara bastante e eu estava louca para conferir o que aquele bruto faria comigo. Fiz menção de tirar o meu vestido e ele me segurou as mãos e disse:

“Paguei muito caro por você. Quero aproveitar tudo. Eu tiro isso, boneca.”

Então suas mãos ásperas desceram pelo meu corpo, passando vagarosamente pelos meus seios, cintura, bunda e chegaram às coxas, onde terminava o meu microvestido. Ele o ergueu com um pouco mais de velocidade, tendo em vista a excitação que o consumia ao ver meu corpo nu: sem calcinha e sem sutiã.

Só uma meia arrastão, 7/8, preta, que lá ficaria até o resto da noite. Entregou o vestido ao meu Dono, que a essa hora já tirava algumas fotos de seu celular, felicíssimo ao me ver com outro e disse:

“Ela não vai mais precisar disso.”

O caminhoneiro então me puxou para perto de si com força e, me segurando pela cintura com uma das mãos, explorou cada parte do meu corpo com a outra, até penetrar dois dedos em minha boceta e verificar que eu estava molhadinha. Disse:

“Audrey, quero ver meu pau entrar e sair de sua boca linda e carnuda. Quero que me chupe até eu mandar parar. E fique de ladinho no colchão, para eu poder brincar com seu grelinho e enfiar meus dedos na sua boceta molhada, putinha.”

Enquanto ele se livrava da cueca, peguei o preservativo com meu Dono e vesti aquele pau robusto que me esperava. Chegando mais perto, descobri os atributos físicos de um trabalhador braçal: mãos fortes, abdômen trabalhado e um cheiro bom e forte, de banho e suor.

Comecei a chupá-lo e o caminhoneiro começou a gemer. Ele se contorcia com minha boquinha linda em seu pau e eu me deliciava com aquilo. De ladinho, sentia seus dedos ásperos me bulinarem, garantindo mais e mais chupadas espetaculares.

Só ouvia o flash dos cliques de meu Dono e abria ainda mais as pernas para que, do banco da frente, ele pudesse admirar o seu brinquedinho de luxo se exibindo para o seu prazer. Meu Dono, então, vendo a minha dedicação, resolveu me agradar e disse ao homem:

“Puxa o cabelo dela com a outra mão. Ela adora e vai te chupar ainda mais gostoso. Torce o biquinho no peito dela também, que ela geme como uma cadela e vai te dar a melhor chupada que já recebeu.

O caminhoneiro rapidamente seguiu as instruções e foi devidamente agraciado com uma chupada de prazer, luxúria e muito, muito tesão. Ele gemia e gemia, pegava nos meus cabelos e timidamente o puxava – não sabia que eu gostava de puxões fortes. Fui ficando encharcada de tesão e ele me pediu para parar, pois estava prestes a gozar e ainda não tinha me saboreado inteira.

Abriu ainda mais minhas pernas e começou a me lamber inteira. Dizia que uma putinha valiosa como eu não poderia ser desperdiçada e terminou o percurso de sua língua sedenta na minha boceta. Chupou meu grelinho e foi então que eu gozei pela primeira vez com aquele homem bruto.

Olhei para o meu Dono e vi seu largo e lindo sorriso, a aprovar o meu prazer. E ele estava registrando tudo! Um pouco mais calmo por ter conseguido segurar seu gozo e ter me feito gozar, o caminhoneiro me ajeitou de frente pra si, abriu minhas pernas e disse:

“Vamos ver se essa boceta é tão deliciosa quanto a sua boca. Abre as pernas que eu vou meter em você a minha rola enorme e te fazer gozar de novo, putinha.”

E ele me penetrou por inteira. O pau dele era realmente bem gostoso e estava firme como uma rocha! Socava tudo com força, enquanto segurava nos meus seios e me dizia o quanto eu era gostosa. E eu gemia de prazer. Gemia também para o meu Dono, que adora um escândalo e pedia:

“Me fode mais. Quero tudo dentro de mim. Vai! Fode com força e me come gostoso.”

Acho que o cara nunca tinha ouvido uma puta falar isso, porque ele ficou tão excitado que começou a bombar aquele pau pra dentro de mim como um animal e, me fazendo gozar novamente, se sentiu um macho maravilhoso. Sorriu com o seu feito e disse:

“Vamos ver se o teu cafetão tem razão. Ele me disse que o seu cuzinho é maravilhoso e eu paguei uma alta quantia também por isso.

Fique de quatro, puta e deixa esse macho ver o teu rabo gostoso. ”

Eu me virei sensualmente e, de quatro pro caminhoneiro, fiquei de frente para o meu Dono. O homem não sabia, mas me excitou duplamente. Foi delicioso poder ver cara-a-cara a satisfação do homem da minha vida, realizando um de seus fetiches. O bruto então, estimulando meu rabinho com os polegares, preparou a entrada daquele pau robusto e eu, que já estava excitadíssima, vendo o tesão nos olhos de meu Dono, recebi seu membro inteiro em minha bunda, e o senti bombar com força.

O prazer das estocadas foi breve, pois o caminhoneiro não agüentou o tesão e encheu meu rabinho com sua porra, retirando satisfeito seu membro de dentro de mim. Livrou-se do preservativo e caiu, refestelado no colchão, quase ignorando a minha presença. O homem não tinha a mesma capacidade que meu Dono tem de controlar a ereção e também não tinha a mesma dedicação em me agradar, obviamente, mas havia feito um bom trabalho.

E eu, ainda de quatro, me engatinhei até meu Dono e ganhei um beijo espetacular, com direito a mordida no meu lábio inferior, o que me enche de tesão – pelo prazer do momento e porque fica inchado por dias! E meu Dono, vendo que o caminhoneiro não iria se recuperar daquela foda gostosa, ergueu meu vestido, cheirou-o profundamente e ordenou que eu me vestisse.

O homem sequer protestou. Ficou me olhando maravilhado, enquanto eu me vestia. Ao me ver passar para o banco da frente, pegou em minha mão, beijou-a e disse que eu era uma puta deliciosa. Olhou para o meu Dono e disse que eu vali cada centavo.

Meu Dono desceu da boléia e me segurou, para que eu descesse em segurança. Nos encaminhamos para o carro, de mãos dadas e extasiados. Entramos no carro, meu Dono me olhou nos olhos e disse:

“Você, minha cadelinha, me deu hoje mais uma prova de sua dedicação incondicional.

Foi deliciosa e muito safada. Você, minha menina linda, me fez muito feliz e, por isso, faz jus a uma deliciosa noite com teu Dono. ”

Fui à loucura. Achei que ele só poderia ficar algumas horas comigo! Nos encaminhamos, então, novamente, para a estrada e eu já comecei a abrir as calças dele. Voltei a chupá-lo, agora com mais vontade, por saber que meus planos deram certo. Encontrei seu pau maravilhoso completamente rijo, o que me deixou extasiada.

Chegamos a um luxuoso motel e eu parei de chupá-lo para que passássemos pela recepção. Quando vi, meu Dono escolheu a mais cara e linda suíte. Ele me olhou e disse que o dinheiro que conseguiu por mim hoje iria bancar a nossa festa! Avançamos portão a dentro e chegamos na suíte. Ele mandou que eu ficasse no carro e eu, claro, obedeci.

Alguns minutos depois, meu Dono apareceu. Abriu a porta do carro, pegou em minha mão e disse:

“Hoje, a puta mais deliciosa que eu já vi. Desde sempre, a cadela mais dedicada que há. Agora, a minha princesinha, que será tratada como deve. ”

Meu Dono me ajudou a sair do carro e a subir às escadas, rumo ao quarto escolhido. Cheguei e ouvi o barulhinho inconfundível da hidromassagem. Ele me levou ao banheiro, tirou vagarosamente meu vestido, depois meus sapatos e cada uma das meias. Meu Dono me conduziu até a banheira pelas mãos e eu senti a delícia daquela água quente, já aromatizada por ele com deliciosos sais.

Confortavelmente sentada por entre a espuma que se formava, assisti meu Dono se despir e entrar na banheira comigo. Ele pegou uma esponja, derramou um sabonete muito cheiroso e começou a me lavar, delicadamente, enquanto dizia:

“Minha cadelinha que tanto me serve hoje será cuidada. Vou lavá-la, minha menina, e tirar a lascívia daquele rústico do corpo que me pertence por inteiro. Vou deixá-la pronta para o meu uso, minha serva dedicada. ”

E eu, inebriada por aquela atmosfera de afeto, só conseguia balbuciar “Sua!”, enquanto sentia suas mãos percorrerem meu corpo quente. Meu Dono também havia providenciado um delicioso Champagne, que, na temperatura ideal, já estava inclusive servido em nossas taças. Ficamos então naquela dança de mãos, pernas e corpos que se tocavam, até que meu Dono começou a me penetrar com os dedos.

Sussurrei em seu ouvido para que fôssemos para a cama e ele me conduziu até a ducha, para retirarmos aquela espuma. Pegou uma toalha, me secou pacientemente, me conduziu até a cama, onde me sentei, e me disse:

“Agora minha menina vai ganhar um mimo. Tome seu Champagne, minha bonequinha de luxo, recoste-se, abra suas pernas deliciosas e sinta teu Dono te devorar. ”

Ele me olhava com olhos tão firmes, tão tesudos e falava tão pausadamente que me estremecia. Eu obedeci e rapidamente senti sua língua em meu grelinho a me fazer retorcer de prazer, enquanto uma de suas mãos agarrava meus seios e a outra me penetrava. Gozei para o meu Dono, que adorou e quis mais.

Ele me virou de ladinho e começou a meter seu pau em mim, fazendo-me gemer de prazer. Gozei novamente. E mais uma vez. E foi então que comecei a me perder na conta. Ele me virou de frente e penetrou minha boceta e eu gozei. Gozei muitas vezes, com muita vontade.

Olhava em seus olhos lindos, me segurava em seus braços fortes e rebolava em seu pau gostoso. E ele foi para o meu rabinho, de frente mesmo, e eu gozei por mais duas ou três vezes. E quando sorri com a primeira estocada, ganhei um belo tapa na cara, acompanhado de sua observação: “o sorriso de satisfação ainda aparece, como da primeira vez”.

Colocou seu pau novamente em minha boceta e garantiu mais alguns gritos e gemidos de prazer se sua menina dedicada. Então, depois de muito me fazer gozar, meu Dono decidiu que eu deveria ganhar umas marcas comemorativas daquela noite deliciosa. Pediu mais uma garrafa de Champagne e percorreu o quarto, observando o que tinha à disposição.

Não havíamos trazido nossos instrumentos, mas seu sadismo aflorou através do cinto de suas calças. Senti cada lapada em minha bunda como um prêmio de reconhecimento pelo meu esforço. Perdi a conta também das cintadas, mas agradecia por todas elas. Eu adoro apanhar por mérito!

Carinhoso, meu Dono foi até o balde do Champagne e providenciou gelo para os meus vergões, o que me fez estremecer de tesão. Percebendo isso, ele começou a me penetrar com os dedos e, quando vi, metade de sua mão já estava dentro de mim e eu gemia enlouquecidamente de prazer.

Meu Dono tem a mão gigante. Minha cara que o diga – ele adora me bater. E era essa mão enorme que estava prestes a entrar inteirinha dentro de mim. Eu urrava de prazer e meu Dono, que adora um escândalo, dizia: “Grita, cadela! ”

Quando sua mão entrou inteira dentro de mim, eu não agüentei de prazer. Ejaculei para o meu Dono, num jato de prazer inconfundível. Ele dizia:

“Isso, minha cadela. Isso! Olha o que temos aqui! Um gozo delicioso! Vamos, cadelinha. Geme pro teu Dono!”

E eu fui à loucura! Quando ele me exauriu, tirou de dentro de mim sua mão deliciosa, me ergueu pelos cabelos com a outra e disse:

“Vem terminar como tudo começou nesta noite. Vem com essa boquinha linda e essa língua macia chupar o teu Dono. Vem fazer essa chupetinha perfeita, vem!”

Meu Dono ainda não havia gozado e eu então adivinhei como eu iria providenciar a explosão do seu tesão.

Comecei a chupá-lo deliciosamente. Fui devagar, com jeitinho, da glande à base. O cheiro dele se misturava com o meu. O gosto dele se misturava com o meu. E isso tudo era maravilhoso. Eu chupei, com gosto. Mamei no pau do meu Dono, faminta, afoita, maravilhada com a noite de prazer que tivemos.

Seu pau entrava em minha garganta, me fazendo babar mais e mais, o que deixava aquela chupeta bem deliciosa, como ele gosta.

E foi então que ele agarrou em meus cabelos com as duas mãos e, gemendo de prazer, disse:

“Você foi uma cadela deliciosa.

Você foi maravilhosa para mim. Senti muito orgulho de minha propriedade hoje! E como sei que adora, vai ganhar mais um presente.

Vai se fartar do leite que tanto pede! ”

E dizendo estas últimas palavras, meu Dono, gemendo de prazer, jorrou todo o seu néctar em minha boca. Seu sabor descia pela minha garganta e eu me molhava de prazer mais uma vez. Mamei no seu pau, até que a última gota de porra escorresse. Não desperdicei nada.

Ele, que estava em pé na beirada da cama, sentou-se, extasiado. Eu, que estava ajoelhada no chão, me deixei cair aos seus pés, onde é o meu lugar.

Ficamos por alguns instantes, saboreando calados o prazer daquela entrega. E foi então que ele me levantou pelas mãos, delicadamente, e me fez deitar na cama. Deitou-se ao meu lado, puxou os lençóis macios por cima de nós, me abraçou apertado e disse:

“Dorme, minha menina. Descansa teu merecido repouso no peito de teu Dono, que amanhã tem mais!”

Ouvindo aquelas palavras safadas, sorri afetuosamente e me aninhei naquele peito gostoso, recebendo os braços de meu Dono ao meu redor. E roçando naquela pele macia, naqueles pêlos gostosos, adormeci, exausta, inebriada pelo cheiro de Dono que pairava no ar.