A verdadeira festa de máscaras e luxúria.

Chegamos em Paris(eu e meu marido). Aeroporto Charles de Gaulle, julho de 2007, verão 

parisiense. Cheiro de sedução.

Eu absolutamente fascinada por aquela cidade maravilhosa, charmosa, enfim… Com 19 aninhos, quase 20, toda linda, corpo escultural, seios firmes com biquinhos rosados, pernas durinhas e torneadas com lindos pelos dourados, pele queimada de sol, com marca de “fio dental” – biquíni sensualíssimo que deixava à mostra totalment

e as nádegas, firmes e polpudas, boca carnuda, dentes brancos como a neve, cabelos longos castanhos dourados, cintura violão, barriga lisinha.

Enfim, um pedaço de mal caminho. Com um detalhe: A buceta totalmente depilada!

Fomos para um Hotel charmosíssimo pertinho da avenida Champs-Éllysées, a mais bela avenida do mundo. Um luxo!

Numa das noites, num clube privê noturno, haveria uma festa de máscaras – eu estava excitadíssima para ir a esta festa totalmente fora do convencional, em que as pessoas que comparecess

 

em deveriam estar dispostas a experimentar as mais inusitadas sensações – muito sexo – música – bebidas – comidas, enfim…

O mais engraçado – este convite era numerado, e nossos dados que prometiam seriam mantidos no mais absoluto sigilo (tinhamos que informar o número que calçávamos).

 

Na entrada éramos encaminhados para cabines numeradas e esta foi a última vez que vi meu namorado chiquérrimo. Ele ainda me beijou e foi tirando a minha roupa mas a recepcionista nos separou e nos colocou a sós em nossas cabines: masculinas a direita e femininas à esquerda (havia centenas) em que nos entregavam uma máscara que só deixava à mostra os olhos, boca e nariz, cobrindo a face.

O mais interessante: as máscaras eram idênticas. Todas 

as mulheres usavam a mesma máscara bordada com pedras e cristais vermelhas e brancas.

Os homens usavam as douradas e cravejadas.

As pessoas tinham que tirar toda a roupa e claro, todos os acessórios que pudessem as identificar (joias e relógios) e calçar as sandálias, que também eram todas iguais – salto alto com amarras nas pernas – das cores vermelha e branca, e os homens com sandálias tipo franciscanas, também amarradas nas pernas.

Nós entrávamos na cabine por uma porta, e saíamos para o salão por outra porta.

Este salão era absolutamente luxuoso, com candelabros de cristal, sofás com estofamentos magníficos, cortinas maravilhosas, quadros fantásticos, mesas espalhadas – poucas – pufes e canapés espalhados estrategicamente – um buffet variadíssimo com tudo de melhor e dos mais variados sabores, champanhe da melhor qualidade, vinhos, enfim, qualquer bebida que de

sejasse.

A festa da luxúria – foi como a nominei. Eu jamais podia imaginar que existisse esse tipo de festa. Havia uma orquestra, com músicos vestidos de smoking – porém – de máscaras (c

oitados)

Pontualmente – as 00:00hs – um mestre de cerimônias anunciou que a orgia começaria. O salão estava lotado.

De repente, pessoas que já estavam acostumadas com aquela festa, começavam a dançar e a tirar pessoas para dançar, acredito que para descontrair – garçons mascarados, vestidos de smoking também, circulavam com bandejas abarrotadas de bebidas. De repente, vi um casal se pegando, ele a bolinava e ela sorria alto.

Eu estava meio que hipnotizada com tudo aquilo e me sentindo absolutamente só – pois na entrada – os casais eram separados. Uma sensação que me causou inicialmente pânico, mas depois, fui me envolvendo com os cheiros, cores, música e sabores. Me senti poderosa, pois, muitos homens me olhavam e desejavam.

Meu corpo tremia e minha buceta estava encharcada. Me servi de champanhe e comecei a dançar com aquela música hipnótica. De repente, vieram uns 3 homens que me arrodearam e começaram a dançar comigo.

Um deles alisou minha bunda, apertou, apalpou e disse algo para os outros homens, que começaram a me bolinar, nos seios, bunda como se eu fosse um objeto raro. O que sentia era indescritível, minha buceta latejava, escorria pelas minhas pernas meu tesão todo… tive vários orgasmos qdo todos resolveram me lamber. Eles pareciam cães selvagens.

Lambiam meus seios, boca, pernas, braços, buceta e cu. Me deitaram num canapé, abriram minhas pernas e ali lambiam, chupavam, mordiam. Todos ao mesmo tempo, uma loucura!

Eu devo ter tido diversos orgasmos, na verdade, permanecia em estado de êxtase total… me tremia, gozava, tremia, gozava…não sei como descrever. De repente me tiraram do canapé, um deles se deitou e me encaixaram literalmente por cima dele – já enfiando fundo o cacete duro e enorme na minha buceta latejante.

Imediatamente, senti mãos sobre minhas nádegas, abrindo-as, e aplicando uma espécie de lubrificante, gelado com dedos grossos em meu cu, e em seguida, um pênis enorme, escancarava minhas entranhas. Estava atolada com um pau na buceta e outro no cu.

Eles me cavalgavam e de repente, chega outro com outro pau enorme e mete na minha boca, várias mãos me massageavam os seios, chupavam minhas costas, pés, pernas, me mordiam as orelhas, de repente, o que estava na minha buceta gozou, pediu para sair dali, e outro tomou logo o lugar dele e assim foi, fizeram fila para me comer.

Fui literalmente currada, olhava para os lados e via outras mulheres na mesma situação que eu, só me preocupava se estavam de camisinha…sei que entrei em transe, acordei com um homem musculoso e pauzudo dentro de mim, mulheres me lambendo e chupando.

Senti várias bucetas e picas na minha boca, e experimentava todas. O ambiente cheirava a sexo, bebida, comida ,ouvia-se muitas gargalhadas, gemidos – muitos gemidos! – uma loucura inesquecível.

Depois dois homens magníficos me levaram para uma banheira cheia de sais cheirosos, e me ensaboaram com fragrâncias intensas. As mãos lavavam minha buceta e cu. Enfiam dedos em mim e depois me enxugavam com toalhas enormes e macias e me levaram de volta para minha cabine.

Lá tinham flores, champanhes e bombons e um cartão dizendo “Revenez souvent”!!! (volte sempre)