Hoje tive uma briga séria com ela! Discutimos, choramos, argumentamos, mas pelo jeito nada deu certo. Estava há dias sem sexo! E esse foi o motivo de nossa DR (Discussão de Relacionamento). Não queria mais ninguém! Queria ela!

E, cá pra nós, ela não estava “cumprindo seus compromissos conjugais”. Dormi (contrariado) no sofá, apesar de não ter culpa no cartório. O clima realmente estava muito ruim.

Adormeci. De madrugada, acordei excitado, um tanto ofegante, coração aos pulos! Tive um sonho pornográfico com ela! O tesão havia acordado e não havia nada mais que fizesse ele dormir novamente! Deixei meus olhos se acostumarem ao escuro, levantei e fui para minha cama.

Liguei o abajur. Aquela luz rosada derramou pelo silêncio do quarto.

Ela ali, deitada de bruços, jogada na cama, nua! Pura provocação! Provavelmente sabia que eu viria para o quarto e queria que a visse assim. Que doce pecado! “Que desejo de você! ”

Cabelos atirados displicentes pelo travesseiro, o contorno de suas curvas por baixo do fino lençol, os seios firmes e redondos descansando no meio de seus braços. cheguei perto. Senti seu cheiro adocicado. Cheiro de fêmea!

Passei a mão em seus cabelos, coloquei para o lado. Beijei suavemente sua nuca e seu pescoço. Não queria acordá-la.. Bem, na verdade, queria sim! Aquele sonho que tive com ela me deixou com mais vontade ainda!

De repente, tive uma ideia louca! Que vontade de fazer sexo! Silenciosamente, procurei numa gaveta algumas meias de seda que ela usava. Devagar, puxei o lençol e amarrei primeiro as pernas dela na cama. Sabia o quanto ela dormia profundamente.. Então resolvi me aproveitar da situação! Deixei-a de pernas bem abertas. Ela se mexeu levemente, parecia que ia acordar.

Esperei mais um pouco, bem quieto, com a paciência de quem está fazendo arte! Logo em seguida, amarrei as suas mãos. Deste modo, não teria chances de escapar de um marido cheio de tesão!

“É, meu bem. Hoje eu estou na maldade! Desculpe, mas vou ter que realizar esta pequena fantasia. E pelo jeito não tem ocasião melhor do que está! ” – Falei com minha consciência (que a esta altura estava cega de tesão). Subi na cama, completamente excitado e fiquei em pé, em cima da minha mulher amarrada. Abaixei-me até encostar meu membro rijo em seu rosto. Esfreguei na boca dela!

Nesse momento, ela acordou assustada. “O que é isso? ” – gritou. Vejo a expressão de raiva e surpresa em seus olhos. E o meu sorriso diabolicamente malicioso prometendo loucuras! Sem nada dizer, me seguro na cama e coloco meu p. em sua boca, sem dar oportunidades a reclamações. Fecho os olhos e me sinto entrando e saindo daquela boca quente, que imediatamente entrou no meu jogo. Ela chupa ele com prazer., mas também se faz de vítima indefesa, pede socorro, tenta escapar.

Beijo seu corpo com fúria, chupo seus seios com força, aperto, amasso. Começo a enlouquecer cada pedacinho dela! Seu corpo, sem poder retribuir minhas carícias, se contorce de desejo na ponta da minha língua. Enquanto eu beijava a parte de dentro de suas coxas, ela parecia abrir mais as pernas. Vi seu sexo, lindo, quente, liso, molhado, saboroso.

Cheguei mais perto e dei um beijo, passando a língua de leve. Que delícia! Abro os lábios com os dedos e me delicio vagarosamente com aquela carne quente. Devoro ela todinha! Ouço seus gemidos, seus pequenos gritinhos.

Até ela gozar freneticamente na minha boca. Sentia o gosto de seu mel escorrendo. A esta altura, a nossa discussão foi completamente esquecida.
Ainda meio entorpecida pelo orgasmo, implorou para ser penetrada.

Não imaginava o quanto aquela situação a deixaria excitada. “Por favor, mete em mim.” ela sussurra ansiosa. E faço isso com prazer! Vou para cima e meto com força, bem gostoso; ela toda molhada me esperando de pernas abertas. Geme alto, do jeito que eu gosto! Está adorando tudo isso, que eu sei!

Ela pede mais! Pede para ir mais fundo! Não para!! E eu simplesmente obedeço. Ahh.. Fiz ela gozar mais uma vez naquele entra-e-sai. Ela queria se mexer, queria se soltar, mas não conseguia.

Talvez isso tenha deixado cada vez mais tenso e incrivelmente excitante. Eu também estava quase chegando ao clímax.. Não estava mais aguentando todo aquele tesão recolhido. Sentia o gozo vindo forte, rápido, certeiro.

Saí de dentro dela bem na hora. Gozei em pé, lambuzando todo seu corpo. Tremia de tanto prazer.. Me ajoelhei na cama, completamente exausto. Sorri, pedi desculpas por pegá-la à força e desamarrei seus pulsos e tornozelos.

Ela me abraçou e me deu um longo beijo. Adorou ser possuída daquela maneira. Depois daquele dia, toda vez que houve briga entre nós, eu ia dormir no sofá. e ela ia dormir nua! Literalmente, nos “amarramos” nisso! Era nossa maneira de fazer as pazes.

Dizem que o melhor meio de discutir a relação é fazendo sexo! Neste caso, com uma diferença: quando um não quer, o outro insiste. bem gostoso (que dá certo!)

Conto baseado na história de Anderson K. / Escrito por Andrezza Palácios